Uma estrutura de inteligência aberta, independente e responsável.
Existimos para transformar informação dispersa em fontes abertas em conhecimento útil e acionável, colocado ao serviço de quem tem o mandato legal para agir.
Transformar fontes abertas em proteção concreta.
Identificar, analisar e correlacionar informação sobre cibercrime, fraudes e ameaças digitais com impacto em Portugal, organizá-la de forma rigorosa e encaminhá-la às autoridades competentes, sempre dentro dos limites legais.
Uma comunidade técnica que faz a diferença.
Construir uma comunidade multidisciplinar de voluntários que une conhecimento técnico e investigação para gerar impacto real na segurança digital do país.
Legalidade
Atuamos estritamente dentro da lei. Apenas fontes abertas; nunca acesso ilegítimo a sistemas ou dados.
Ética
Responsabilidade, proporcionalidade e cuidado em cada passo. Não fazemos vigilantismo.
Rigor
Verificação, método e documentação. A informação é tratada com disciplina analítica.
Independência
Sem agenda política ou comercial. Sem fins lucrativos.
Colaboração
Trabalhamos com, e nunca em substituição de, as autoridades competentes.
Privacidade
Respeito pelos dados pessoais e pelo RGPD em todas as fases do trabalho.
Tudo a partir de fontes abertas.
A INIIC trabalha exclusivamente com inteligência de fontes abertas (OSINT), informação pública, acessível a qualquer pessoa. Nunca há acesso ilegítimo a sistemas ou dados. Da recolha ao encaminhamento, cada passo é verificável.
Fontes abertas
Web, redes, registos públicos, domínios e notícias.
Recolha
Levantamento sistemático e documentado.
Verificação
Origem, autenticidade e fiabilidade.
Correlação
Ligações, padrões e níveis de confiança.
Encaminhamento
Entrega às autoridades competentes.
Dúvidas comuns.
A INIIC é uma autoridade ou substitui a polícia?
Não. Somos uma iniciativa independente e sem fins lucrativos, sem poderes de investigação criminal. Não substituímos as autoridades: organizamos informação de fontes abertas e encaminhamo-la a quem tem competência legal para agir.
O que fazem é legal?
Sim. Trabalhamos exclusivamente com fontes abertas e acessíveis ao público, dentro dos limites da lei e em conformidade com o RGPD. Nunca acedemos de forma ilegítima a sistemas, contas ou dados.
Recebem denúncias de crimes?
Não. A INIIC não recebe denúncias criminais. Se foste vítima de um crime, contacta as autoridades competentes pelos canais oficiais. Em caso de emergência ou perigo imediato, liga 112.
Quem pode participar e como?
Procuramos voluntários de várias áreas, de OSINT a jurídico e comunicação. A participação é voluntária e analisada caso a caso, através do formulário na página Participar.
Que ferramentas usam nas investigações?
O objetivo é transformar informação pública em conhecimento útil, por isso usamos apenas ferramentas de fontes abertas (OSINT). Por exemplo: motores de pesquisa e arquivo da web (como o Wayback Machine), análise de domínios e infraestrutura (WHOIS, DNS, urlscan.io, VirusTotal), feeds públicos de ameaças (como o PhishTank e o abuse.ch) e ferramentas de correlação (como o Maltego e o SpiderFoot). Nunca recorremos a acesso ilegítimo a sistemas ou dados.
A INIIC não recebe denúncias criminais.
Se foste vítima de um crime, contacta as autoridades competentes ou apresenta queixa pelos canais oficiais. Em situações de emergência ou perigo imediato, liga 112.
Polícia Judiciária
Investigação criminal.
PSP, Polícia de Segurança Pública
Queixa e apoio a vítimas (áreas urbanas).
GNR, Guarda Nacional Republicana
Queixa e apoio a vítimas (restante território).
Queixa eletrónica
Apresentação de queixa online (Ministério da Administração Interna).
CNCS, Centro Nacional de Cibersegurança
Apoio e sensibilização em cibersegurança.
APAV, Apoio à Vítima
Apoio especializado a vítimas de crime.
Estas ligações encaminham para sites oficiais de entidades externas. Em caso de emergência ou perigo imediato, liga 112.